Olá Colegas e Professores!!!
Sejam bem-vindos!!
Relato sobre minhas experiências e inclusão com Educação Especial:
Unidade n°: 1
Reflexão I:
Durante um período da minha infância (1979 a 1983) eu e minha família moramos em POA e em frente a minha casa morava um menino com deficiência mental.
Lembro-me de vê-lo sempre correndo pelo pátio, também no portão olhando pra rua e gritando muito, quase não dava pra entender o que dizia.
Seu nome era Fabiano, várias vezes a minha mãe fez pipoca e meio que me obrigava a ir brincar um pouquinho com ele. Eu não queria porque além dele ser menino, eu não entendia o que ele falava (ele falava muito enrolado, babava e ficava sempre com a boca entreaberta mostrando a língua) e isso me dava um mal estar.
A verdade é que nenhuma criança da vizinhança queria brincar com ele e mais verdade ainda é que eu acabava indo empurrado pela minha mãe, mas depois que eu ia, era legal e a minha mãe tinha que ir me buscar porque eu não queria mais ir embora pra casa.
Assim que eu chegava à gente custava a se entender sobre que tipo de brincadeira ia brincar, ele virava o pote da pipoca que eu levava, escabelava a minha boneca, era um horror. Mas aí a mãe dele conversava, explicava pra ele e pra mim, era uma intermediária e então as brincadeiras acabavam fluindo: de carrinho, de pega-pega, de esconde-esconde, de bola e depois a gente seguia brincando...
Anos mais tarde, já morando em Três Cachoeiras é que ficamos sabendo o nome da deficiência desse meu amigo, síndrome de down.
A partir deste exemplo que vivenciei e dos textos estudados por esta Interdisciplina, percebo o quanto nos faltou historicamente esclarecimentos sobre os diversos tipos de deficiências, físicas e mentais. Esclarecimentos que poderiam evitar preconceitos e atraso social, econômico na sociedade.
Digo econômico também porque deficientes, com o devido acompanhamento de ensino a sua deficiência desde a infância podem produzir trabalhando com dignidade.
Observo também que não só a síndrome de down, mas a surdez, a cegueira e outras deficiências são divulgadas através de campanhas pedindo doações ou mostrando suas respectivas instituições ou até mesmo explicando seus sintomas e o tipo de preconceito que essas pessoas sofrem, há poucos anos para a sociedade através dos meios de comunicação.
No ano passado, como monitora de informática da Escola José Felipe Schaeffer, tive a oportunidade de auxiliar as professoras da Apae no Labin (laboratório de informática) desta escola.
Os alunos freqüentavam dois períodos semanais. A experiência foi muito interessante.
Eram alunos na adolescência e a maioria na fase adulta.
Com diferentes tipos de deficiência, alguns não guardavam o que tinham aprendido na aula anterior, estavam sempre começando do zero. Outros a cada aula aprendiam um pouquinho a mais, então iam acrescentando as informações, umas as outras.
Segundo as professoras havia os alunos que freqüentavam a Apae desde a infância e outros já na fase adulta que há pouco tempo. E era bem nítida a diferença de comportamento, de convivência, de aprender e de saber em função disso.
Reflexão II:
Segundo estudos sobre o texto: “A inclusão e seus sentidos: Entre Edifícios e Tendas” de Baptista, Cláudio Roberto ficou explícito “a precariedade ao acesso à educação escolar”.
Concordo que “todos somos iguais/ todos somos diferentes” e que a inclusão de forma progressiva seria a ideal. De forma gradual poderia ser observado o atendimento adequado a necessidade de cada aluno e do professor também, que de certa forma, precisa de respaldo, de estruturação para desenvolver seu trabalho.
Essa afirmação “A inclusão é uma estratégia para barateamento de custos”, não seria justamente ao contrário? Pois acredito que um aluno “diferente” inserido dentro de um contexto escolar “normal”, sem atividades e trabalhos que realmente façam com que possa interagir e participar como parte da turma, juntamente com os colegas, não vai aprender e ficará repetindo o ano.
Sobre “as chances de que a nossa análise considere a pluralidade de significados e sentidos que têm sido atribuída ao conceito “inclusão””:
Não sei se sou tradicional, mas acredito que a professora tem a ensinar aos alunos, mas os alunos também aprendem uns com os outros, colega também ensina e pode aprender com o outro colega. Então no caso dos deficientes, dos diferentes incluídos numa turma “normal” a aprendizagem seria mútua entre todos, desde o conteúdo ao respeito e compreensão das limitações e do ritmo de cada um.
Também um grande trabalho a ser desenvolvido com as crianças, o de superar preconceitos.
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08/abril/2009
Reflexão III:
A freqüência dos alunos da Apae na Escola Felipe Shaeeffer ocorria de forma natural, de ambas as partes. A Apae tinha horário fixo reservado semanalmente, mas aconteceu de ocorrer alguns imprevistos na escola e os alunos da Apae tiveram que dividir seu horário com turmas “normais” de alunos de pré-escolar a 8ª série. Não houve nenhum problema quanto a isso. Inclusive teve alunos, “normais e anormais” que dividiram o mesmo computador.
Acredito que a freqüência destes alunos foi e pode ser positiva para “todos” os alunos, sem distinção. Talvez nós (adultos) involuntariamente, pela educação que tivemos, é que acabamos criando as barreiras e os impedimentos.
08/abril/2009
Reflexão IV:
Citei na primeira reflexão como exemplo de deficiência, um amigo de infância portador da Síndrome de Dow. Mas segundo a aula presencial e a leitura dos textos, o portador da síndrome de dow, não necessariamente seria portador de deficiência mental. Ou seja, alguns portadores da síndrome de dow possuem deficiências mentais, outros não. Por isso muitos têm um bom desenvolvimento de aprendizagem. É correto este meu entendimento?
08/abril/2009
Unidade n° 2:
Reflexão I:
O caso que vou relatar é de um menino que atualmente está com 15 anos e cursa a 5ª série do ensino fundamental do Instituto de Educação Maria Angelina Maggi
Apresenta quadro com sintomatologia compatível com a síndrome de Asperger (autismo leve).
Nasceu com retardo mental, possuindo uma defasagem mental de quatro anos.
Não falava e não conseguia se socializar quando veio para a escola na 1ª série, apesar de seu processo de construção da leitura e escrita começar em torno dos quatro anos de idade, então foi para a Apae, depois retornou para esta escola onde permanece.
Esse aluno tem aversão ao barulho, próprio da síndrome. Por exemplo, quando dá o sinal de entrada, ele espera isoladamente no pátio da escola que todos entrem, depois ele entra calmamente e se dirige para a sua sala. Também tem tendência a repetir rituais como gestos, respostas faladas, características do próprio autismo.
Não socializa com outras crianças e procura ficar isolado, porém é muito calmo e tem bom relacionamento com os colegas.
Percebe-se que fica muito nervoso e preocupado quando não consegue realizar as atividades. Tem dificuldades de concentração e coerência de idéias, como também se distrai facilmente.
Interessante que tem facilidade na matemática quanto a decorar, mas na parte do raciocínio e do pensar como nas histórias matemáticas e cálculos mostra dificuldades.
Faz acompanhamento na Apae, psicóloga e sala de recursos desta escola no turno da manhã já que estuda a tarde.
Na sala de recursos escreve histórias, mas não consegue ordenar a seqüência dos fatos.
Desde que entrou na escola tem demonstrado aprendizagem e evolução em diversas áreas.
Conversando com a professora deste aluno do ano passado quando estava na 4ª série, comentou que este ano ele ainda está em adaptação e um tanto ansioso devido à quantidade de disciplinas e trocas de professores dentro da sala de aula. Na 4ª série é uma professora para todas as disciplinas e na 5ª série é uma professora para cada disciplina, além de aumentar (a quantidade de disciplinas).
Porém, observo que este processo de adaptação é normal na 5ª série a todos os alunos, normais e com “deficiências”.
15/abril/2009
Reflexão II:
O texto do professor Cláudio, “A inclusão e seus sentidos: entre edifícios e tendas” retrata que podemos superar a forma tradicional com a qual estamos habituadas a trabalhar (ou a presenciar nas escolas que é colocada pelo professor como uma “pedagogia tradicional”) através da “cooperação e do diálogo”. E seria através dessa superação que poderíamos entender melhor os vários sentidos da inclusão escolar e como poderíamos realmente “colocar as mãos na massa?” Correto?
Não esquecendo que essa “superação” não pode ser total, mas sim “incompleta” devido a sua dimensão que abrange: formação de educadores, educação de qualidade, disciplinas específicas, integração e uma infinidade de processos de transformações no âmbito educacional.
Essa “pedagogia tradicional” o professor relaciona a “edifícios didáticos” construídos solidamente sobre blocos de conhecimentos obtidos por experiências toscas e sugere que continuemos na busca de “integração/conclusão” na “construção das tendas” que nada mais é do que a nossa coragem de questionar os ideais educativos, trocar idéias e tentar inovar.
15/abril/2009
Unidade n° 3:
Reflexão I:
Gostaria de explicitar que as dúvidas que tinha sobre a avaliação de um aluno e sua aprovação para outras séries em função de suas deficiências, estão um pouco mais claras devido às informações obtidas lendo a Lei n° 9394/96 e o texto “Atendimento Educacional Especializado - concepção, princípios e aspectos organizacionais” de Denise Alves e Marlene Gotti:
Na lei 9394/96 é assegurado “terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências”. No caso do aluno que citei como exemplo anteriormente, ele está com 15 anos na 5ª série, enquanto seus colegas de classe têm aproximadamente entre 10 e 11 anos. Então este aluno, reprovou em anos anteriores. E o que faltou para ele, provocando tal deslocamento em relação à faixa etária, foi justamente o que a lei assegura, (citado entre hífens).
O texto “Atendimento Educacional...” frisa a importância de promover a educação que não exclua as pessoas por causa das suas limitações, mas que as inclua devido as suas potencialidades. Essas diferenças são consideradas como um fator de enriquecimento do processo educacional.
Tinha uma visão totalmente preconceituosa e equivocada sobre a inclusão escolar. Por acreditar que alunos especiais freqüentadores de instituições, no caso do nosso município, a “Apae”, estavam “inclusos” e que era correto a sua participação somente em “classes especiais” por serem “especiais”.
Preconceito por falta de não procurar informações ou por nos adequar ao que parecia mais cômodo. Ou seja, acabar separando em espaços “isolados” os “especiais” dos “normais”.
Quando na verdade a educação especial deve encontrar-se dentro da escola de ensino regular, onde “todos estão matriculados”, para aqueles que apresentam deficiências e necessitam deste apoio.
Além de capacitações especiais para os professores que estão dando suas aulas a “todos” os alunos das classes.
22/abril/2009
Reflexão II:
O texto “Política de Educação Inclusiva e Trabalho Pedagógico: Uma análise do Modelo de Educação Especial na Educação Básica” de Rosalba Garcia, nos trás o exemplo do município de Florianópolis, onde as políticas pedagógicas municipais assumem uma posição inclusiva no ensino regular.
Inclusive existem as salas de “MULTIMEIOS” em “escolas pólos” com professores especializados para atender todos os estudantes especiais da região.
Nestas salas de “MULTIMEIOS” há espaço, equipamentos e professores aptos para os trabalhos. Existe a exceção de especialização na área da deficiência mental.
Parece relevante a inclusão neste município diante das informações do texto.
Porém em Três Cachoeiras, teríamos que partir num primeiro momento, de uma conscientização das formas organizativas do trabalho pedagógico e formação dos professores, como também nos apropriar de informações sobre os recursos financeiros que o município disporia para tais projetos.
23/abril/2009
Reflexão III:
O texto de Prieto, Rosângela Gavioli – FE/USP Sessão Especial – “Políticas de Melhoria da Escola Publica para Todos: Tensões Atuais” nos faz refletir sobre a situação atual da Educação no Brasil, referente à universalização (entendo que se refere à inclusão) do acesso ao ensino fundamental e ensino médio para todos.
Percebo que os conceitos de aluno especial, foram evoluindo ao longo dos tempos. Antes essas definições se atribuíam apenas às crianças portadoras de deficiências físicas, mentais, visuais e auditivas extremamente evidenciadas.
No entanto, hoje aluno especial pode ser aquele que em um determinado momento da sua vida escolar, apresente dificuldades ou facilidades incomuns. E venha a necessitar de recursos que o auxiliem no seu desenvolvimento, evitando a desmotivação, a evasão, a reprovação e a exclusão deste estudante na instituição de ensino e na sociedade, consequentemente.
28 de abril de 2009.
Reflexão IV:
Continuando...
Com isso surge uma questão séria, a de quem irá diferenciar as dificuldades
comuns das incomuns. Para que então possa ser feito o devido encaminhamento...
Concordo que estudos devem ser propiciados aos educadores, através “da ampliação das produções teóricas que auxiliem a compreender” e colocar em prática “organizações curriculares e suas alterações, quando necessárias” para “atender á diversidade de características de aprendizagem” de cada aluno.
28 de abril de 2009.
Reflexão V:
Continuando...
Segundo o artigo 211 da CF de 1988 é estabelecido um regime de organização colaborativa educacional entre “União, Estados, Distrito Federal e Municípios”. E é enfatizado que caberá aos municípios atuar prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil.
Em uma das postagens no fórum comentando sobre o texto de Rosalba Garcia, onde a autora cita o exemplo do município de Florianópolis no trabalho de inclusão, chamei a atenção das colegas, questionando sobre a situação econômica de Três Cachoeiras para assumir este papel: o da preparação das escolas e professores, salas de multimeios ou salas funcionais nas escolas.
Fui buscar algumas informações e constatei que “sala de recursos”, em nosso município, com pouco material e especializações, para trabalhar as diversidades, existem somente nas Escolas de rede Estadual Maria Angelina Maggi e Dom José Baréa.
Inclusive questionei uma colega por citar no fórum a existência de uma “sala de recursos” numa escola municipal, da nossa cidade, e ela não ter falado em aula presencial quando foi perguntado sobre a quantidade de salas de recursos em nossa cidade, pelo professor.
Então esta colega me explicou que a mesma professora, por sinal uma excelente profissional, que atende na sala de recursos da Escola Estadual Dom José Baréa, atende também no laboratório de aprendizagens desta escola municipal. Então, ela (a colega com a qual troquei idéias no fórum) alega que neste laboratório de aprendizagem há um trabalho diferenciado, atendendo as diversidades dos alunos desta escola.
Voltando as argumentações de Prieto, Rosângela, a autora evidencia o fato de nos municípios do Nordeste do país, onde existe um maior número de população com deficiências é onde são oferecidos menores índices de atendimento educacional especializados.
Mas e no caso de Três Cachoeiras? A Apae seria uma instituição filantrópica e particular, ao mesmo tempo? As salas de recurso, mesmo sendo pobres de espaço, materiais e etc., estão situadas nas escolas estaduais.
Então, nosso município “tem seus recursos recolhidos junto ao Fundo e gerenciados pela esfera estadual”?
Estou bastante confusa em relação “a renda própria de nosso município” e sobre esse “investimento de 60% no ensino fundamental” para todos.
Será que o nosso problema municipal quanto à inclusão, seria a falta somente de recursos financeiros ou uma revisão das autoridades locais, direções e toda comunidade escolar, sobre os conceitos e definições sobre inclusão escolar?
Professora Graci, não seria inconveniente, da minha parte, levar esta questão mais uma vez para o fórum? Tenho o receio de “melindrar” algumas colegas.
O que você acha?
28 de abril de 2009
Parte A:
Em nosso município, não temos salas de multimeios e nem multifuncionais em escolas pólo, como no município de Florianópolis. Contamos apenas com duas salas de recursos, que se encontram situadas em duas escolas estaduais.
Temos a Apae com atualmente, 102 alunos. Destes, 42 alunos freqüentam diariamente e o restante (60 alunos) utiliza apenas os serviços da psicóloga e fonoaudióloga, que esta instituição oferece. Estes 60 alunos freqüentam escolas de ensino regular da região.
1° de maio de 2009
Parte B:
O caso que vou acompanhar para estudos é de um menino que atualmente está com 15 anos e cursa a 5ª série do ensino fundamental do Instituto Estadual de Educação Maria Angelina Maggi, escola de ensino regular com 900 alunos aproximadamente. Esta escola oferece ensino fundamental e ensino médio. Funciona nos turnos manhã, tarde e noite.
Apresenta quadro com sintomatologia compatível com a síndrome de Asperger (autismo leve).
Nasceu com deficiência mental, possuindo uma defasagem mental de quatro anos.
Não falava e não conseguia se socializar quando veio para a escola na 1ª série, apesar de seu processo de construção da leitura e escrita começar em torno dos quatro anos de idade, então foi para a Apae, depois retornou para esta escola onde permanece.
Esse aluno tem aversão ao barulho, próprio da síndrome. Por exemplo, quando dá o sinal de entrada, ele espera isoladamente no pátio da escola que todos entrem, depois ele entra calmamente e se dirige para a sua sala. Também tem tendência a repetir rituais como gestos, respostas faladas, características do próprio autismo.
Não socializa com outras crianças e procura ficar isolado, porém é muito calmo e tem bom relacionamento com os colegas.
Percebe-se que fica muito nervoso e preocupado quando não consegue realizar as atividades. Tem dificuldades de concentração e coerência de idéias, como também se distrai facilmente.
Interessante que tem facilidade na matemática quanto a decorar, mas na parte do raciocínio e do pensar como nas histórias matemáticas e cálculos mostra dificuldades.
Faz acompanhamento na Apae, psicóloga e sala de recursos desta escola no turno da manhã já que estuda a tarde.
Na sala de recursos escreve histórias, mas não consegue ordenar a seqüência dos fatos.
Desde que entrou na escola tem demonstrado aprendizagem e evolução em diversas áreas.
Conversando com a professora deste aluno do ano passado quando estava na 4ª série, comentou que este ano ele ainda está em adaptação e um tanto ansioso devido à quantidade de disciplinas e trocas de professores dentro da sala de aula. Na 4ª série é uma professora para todas as disciplinas e na 5ª série é uma professora para cada disciplina, além de aumentar (a quantidade de disciplinas).
Porém, observo que este processo de adaptação é normal na 5ª série a todos os alunos, normais e com “deficiências”.
1° de maio de 2009.
Reflexão VI:
O texto “Políticas de Melhoria da Escola Pública para Todos: Tensões Atuais” de Prieto, Rosângela nos trás várias informações. Como por exemplo, que apesar dos vários documentos existentes garantindo que “todo homem tem direito a instrução”, o número de pessoas com necessidades educacionais especiais que recebem atendimento educacional, não ultrapassam 10%. Provavelmente isto seja devido à imprecisão das definições dos conceitos sobre portadores de deficiências e necessidades educacionais especiais, utilizados nos documentos legais.
12 de maio de 2009.
Reflexão VII:
As discussões sobre inclusão são inesgotáveis, até porque envolve políticas de melhoria para a educação para todos e isso envolve fatores para além dos limites do plano legal. (Prieto, Rosãngela)
Problemas atuais no Brasil: a universalização do acesso ao ensino fundamental e a expansão do ensino médio. (Prieto, Rosângela)
12 de maio de 2009.
Unidade nº 4:
Nome: “Joãozinho”
Idade: 15 anos
Série: 5ª série do ensino fundamental do Instituto Estadual de Educação Maria Angelina Maggi
Turno: tarde
Sala de Recursos: freqüenta no turno inverso ao qual estuda, na mesma escola.
Outros acompanhamentos: faz acompanhamento na Apae com psicóloga e fonoaudióloga, também em turno inverso.
Deficiência: quadro com sintomatologia compatível com a síndrome de Asperger.
Profissão do Pai: Motorista de caminhão. O caminhão em que trabalha é seu.
Profissão da Mãe: Do lar e esporadicamente viaja com o marido, pai de “Joãozinho”.
Classe socioeconômica da família: média baixa.
Informações relevantes:
“Joãozinho” é o caçula da família. Tendo apenas uma irmã mais velha que é casada e mora no mesmo pátio.
O pai é um senhor que batalha muito para proporcionar o que a família precisa: alimentação, saúde, educação e lazer.
A família mora em casa própria.
Sua madrinha também visita a escola de vez em quando e sempre procura as professoras para saber sobre o desenvolvimento e aprendizagem de seu afilhado.
Quando a mãe viaja com o pai, “Joãozinho” fica aos cuidados da sua irmã.
O pai viaja muito e não pode freqüentar a escola todos os dias. Mas a mãe é muito presente e acompanha de perto o desempenho de seu filho, tanto na escola como na Apae, na sala de recursos e sua convivência com os amigos e colegas.
É notado pelas professoras e família que “Joãozinho” vem se preocupando mais com a sua aparência.
Tem se apresentado bem arrumado e perfumado.
A professora da sala de recursos comentou que ontem de manhã, quando “Joãozinho”, foi a sala de recursos, acertou todas as histórias matemáticas propostas, mas há dias em que não consegue fazer nada. Comentamos que isso seria uma característica da própria síndrome.
13 de maio de 2009.
Reflexão I:
O texto de Rosângela Machado e Rita Bersch nos faz refletir sobre tudo que acreditamos tornar possível a aprendizagem. Como a troca, a interação com o meio, as vivências e oportunidades de participação e relação com o outro.
Então nos deparamos com as impossibilidades de recursos e materiais na escola de ensino regular, para que o aluno com deficiência física possa aprender juntamente com a sua turma de colegas da sua faixa etária, inseridos num mesmo ambiente.
Será que temos na escola alguns destes recursos, o qual cita como exemplo, o texto, para deficiências visuais? E para os outros tipos de deficiências, será que temos material de apoio?
20 de maio de 2009.
Reflexão II:
Conforme a página 18 do capítulo I, independente da deficiência física do aluno, ele responderá aos desafios diários encontrados no meio (no caso na escola de ensino regular) a partir do desenvolvimento de novas habilidades ou de habilidades que não desenvolvera. O que comprova isto são os estudos sobre plasticidade neural, que demonstra que o “ser humano é ilimitado, apesar das condições genéticas ou neurológicas”. O aluno, independente da sua condição, aprende com o colega, com a sua turma, com a professora, com a escola, com os pais...
Mas, seguindo estes estudos e partindo do ponto que temos que tratar o aluno deficiente com a maior normalidade possível, já que ele mesmo pode superar suas deficiências e limites, então, não teríamos que nos deter em preparar atividades a parte para este aluno. As aulas são para “todos”.
20 de maio de 2009.
Reflexão III:
Segundo página 18, capítulo I, Bersch e Machado, ressaltam a importância da inclusão do aluno com deficiências múltiplas já na primeira infância. Estamos falando de deficiência física, então, tendo acesso à educação infantil, terão oportunidade de conhecer, brincar, aprender e construir inúmeros conhecimentos por estar em contato, desde cedo, com outras crianças.
Isso também será positivo para a sua participação e aprendizagem no ensino fundamental.
Mais do que para as outras crianças, a educação infantil para a criança com deficiência, proporcionará o experimento, vivência e troca de tudo o que “todos” nesta fase da vida fazem: “brincadeiras sensoriais, corporais, músicas, estórias, cores, formas, tempo, espaço e afeto”.
21 de maio de 2009.
Unidade n° 5:
Reflexão I:
Após ler o texto de Baptista e Vasques, fiquei um pouco mais tranqüila, por compreender que a minha insegurança, em relação ao conhecimento sobre a diversidade de características dos “sujeitos com TGD”, é normal. Quando iniciou esta Unidade, para tratarmos sobre Autismo, fiquei preocupada por procurar definições exatas e não encontrar. Como professora, o que devo e posso fazer é procurar entender o caso de cada aluno com TGD, que for atender.
31 de maio de 2009.
Reflexão II:
Ainda sobre o texto de Baptista e Vasques, “Educação de Sujeitos com Transtornos Globais do Desenvolvimento: Traços e Circunstâncias”, chamou-me a atenção em especial a parte do texto que mostra que a criança apesar de ter TGD, “poderia ir muito bem no ensino comum”.
Mas ao ir ao neurologista, este indica a família desta criança que ela deve freqüentar a “classe especial”. E a palavra do médico é sempre considerada a cima da palavra do professor. Então esta criança terá todas as atenções da equipe de professores, voltadas para as suas atitudes. Quem nunca comentou com um colega, ou somente pensou sobre uma determinada criança que teve tal comportamento: ”Hum, bem que o doutor indicou classe especial para o fulano de tal, olha só o que ele faz”
Às vezes, não acreditamos o suficiente no aluno em relação ao seu potencial, devido as suas dificuldades ou necessidades especiais.
Mas conforme Baptista e Vasques, no texto sobre crianças e adolescentes com psicose e autismo infantil, temos que superar essas “reações de estranhesa e desconforto”, que podem facilmente tornar-se pura e somente “rejeição”.
31 de maio de 2009.
Reflexão III:
Gostaria de comentar também sobre os estudos de casos demonstrados no texto de Baptista e Vasques, que os alunos com TDG são inseridos nas escolas especiais, normalmente por volta dos oito anos. E quando inseridos nas escolas de ensino regular, a sua matrícula ocorre aos 6/7 anos.
Considerando que estes alunos receberam educação infantil aos 5/6 anos; entraram na 1ª série entre 6/8 anos; receberam atendimento clínico adequado, sendo que médicos e professores trabalharam em conjunto para que fossem formuladas estratégias para facilitar a aprendizagem.
A partir dessas informações, observo no próprio texto que a taxa de aprovação, das crianças inseridas no ensino regular foram maiores, “57%”.
31 de maio de 2009.
Reflexão IV:
Questionamos-nos tanto ao longo desta interdisciplina de educação especial em como fazer com que os alunos com algum tipo de deficiência física ou alunos com TGD, participem ativamente das atividades realizadas em sala de aula, nas escolas de ensino regular, e que não fiquem e sintam-se apenas como meros espectadores.
Tanto para as atividades de leitura e escrita, como nas de cálculo e nas de educação física, o texto de Bersch, “Tecnologia Assistiva-TA”, nos mostra que usando nossa “criatividade, podemos proporcionar ao aluno várias alternativas para que ele realize o que deseja”.
E mais, que o aluno pode e deve apropriar-se desses materiais criados, levando para casa e usando nas situações de seu dia a dia.
Ainda nesse texto, no capítulo IV, temos o exemplo da tesoura, lápis, apontador e borracha adaptados; separador de páginas para livros; jogos de quebra-cabeça e outros.
E encantei-me particularmente pela máquina “Alphasmart 3.000”. Seria muito bom poder contar com esta TA também dentro da sala de aula.
31 de maio de 2009.
Reflexão V:
O texto de Bosa, “Autismo: Atuais interpretações para antigas observações” evidenciam as descobertas de Kaner e Asperger (além de outros estudiosos) sobre características e distinções entre autismo, psicose e esquizofrenia, e mostram as controvérsias e divergências de opinião no decorrer da história.
Chamou-me a atenção sobre a divulgação através do cinema, mostrando personagens com autismo em filmes, que possuíam “talentos especiais”. No entanto, certas habilidades, como decorar listas, calcular ou desenhar com perfeição, nos autistas é “uma tendência em processar informações do ambiente de forma específica e não global”. Não podendo ser considerado talento especial. Sendo que tais comportamentos são presentes em menos de 10% das pessoas com essa síndrome.
31 de maio de 2009
ESTUDO DE CASO UNIDADE 5:
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO:
Nome: “Joãozinho”
Idade: 15 anos
Série: 5ª série do ensino fundamental do Instituto Estadual de Educação Maria Angelina Maggi
Turno: tarde
HISTÓRIA DO ALUNO:
“Joãozinho” é o caçula da família. Tendo apenas uma irmã mais velha que é casada e mora no mesmo pátio.
O pai é um senhor que batalha muito para proporcionar o que a família precisa: alimentação, saúde, educação e lazer. A família mora em casa própria.
Sua madrinha também visita a escola de vez em quando e sempre procura as professoras para saber sobre o desenvolvimento e aprendizagem de seu afilhado.
Quando a mãe viaja com o pai, “Joãozinho” fica aos cuidados da sua irmã.
O pai é motorista de caminhão e viaja muito. Por isso não pode freqüentar a escola todos os dias. Mas a mãe é muito presente e acompanha de perto o desempenho de seu filho.
AVALIAÇÃO INICIAL(diagnósticos médicos e outros); encaminhamentos, atendimentos complementares especializados, processos investigativos:
Apresenta quadro com sintomatologia compatível com a síndrome de Asperger (autismo leve).
Nasceu com deficiência mental, possuindo uma defasagem mental de quatro anos.
Faz acompanhamento na Apae, psicóloga e sala de recursos desta escola no turno da manhã já que estuda à tarde.
Esse aluno tem aversão ao barulho, próprio da síndrome. Também tem tendência a repetir rituais como gestos, respostas faladas, características do próprio autismo.
INFORMAÇÕES RELEVANTES:
Quando dá o sinal de entrada, “Joãozinho”, espera isoladamente no pátio da escola que todos entrem, depois ele entra calmamente e se dirige para a sua sala.
Não socializa com outras crianças e procura ficar isolado, porém é muito calmo e tem bom relacionamento com os colegas.
Percebe-se que fica muito nervoso e preocupado quando não consegue realizar as atividades. Tem dificuldades de concentração e coerência de idéias, como também se distrai facilmente. Também tem tendência a repetir rituais como gestos, respostas faladas, características do próprio autismo.
Interessante que tem facilidade na matemática quanto a decorar, mas na parte do raciocínio e do pensar como nas histórias matemáticas e cálculos mostra dificuldades.
Escreve histórias, mas não consegue ordenar a seqüência dos fatos.
Desde que entrou na escola tem demonstrado aprendizagem e evolução em diversas áreas.
Conversando com a professora deste aluno do ano passado quando estava na 4ª série, comentou que este ano ele ainda está em adaptação e um tanto ansioso devido à quantidade de disciplinas e trocas de professores dentro da sala de aula. Na 4ª série é uma professora para todas as disciplinas e na 5ª série é uma professora para cada disciplina, além de aumentar (a quantidade de disciplinas).
OBSERVAÇÕES:
Conforme o texto de Cleonice Bosa, compreendo que o autismo não se apresenta de forma igual em todos os sujeitos. Até porque cada pessoa possui características próprias.
No caso de “Joãozinho”, que escolhi para estudos, os diagnósticos falam que seu autismo é leve. Mas que, além disso, apresenta um quadro de deficiência mental no que resulta numa defasagem de quatro anos.
Não falava e não conseguia se socializar quando veio para a escola na 1ª série, apesar de seu processo de construção da leitura e escrita começar em torno dos quatro anos de idade, então foi para a Apae, depois retornou para esta escola onde permanece.
O que mostra o seu desenvolvimento e aprendizagem ao longo de sua permanência na escola de ensino regular.
Bosa evidencia em seu texto que nem todo o autista tem aversão ao contato físico e afetivo. E a respeito disso as professoras de “Joãozinho” comentam que ele é um aluno muito querido e carinhoso. É bastante apegado a sua família e amigos também.
Apesar da aversão ao barulho imenso da hora de entrada e recreio, digo imenso, porque as vezes, estressa a todos, “Joãzinho” apresenta certo isolamento. Mas nada que atrapalhe a rotina da escola. Apenas fica um pouco retirado.
Sobre o isolamento, característica da síndrome, este aluno tem boa socialização com os colegas, apesar dos momentos que prefere ficar só.
UNIDADE 6: DEFICIÊNCIA MENTAL
Reflexão I:
“Quando eu entrei na escola... memórias de passagens escolares” (texto complementar) chamaram minha atenção à colocação do autor Bueno (1997), sobre a ineficiência dos atendimentos educacionais as pessoas com deficiência mental. Sendo estas ineficiências, um reflexo da relação da sociedade, que na verdade, desacredita no potencial e na capacidade dessas pessoas.
15 de junho de 2009.
Reflexão II:
O texto de Fierro, “Os alunos com deficiência mental” explica sobre o apego afetivo, que ocorre, a partir, da dependência lá na infância em relação aos familiares, por motivo de sobrevivência, o que mais tarde se evidencia no convívio com outras pessoas também
Compreendi melhor a preferência pela rotina apresentadas pelas pessoas com baixa capacidade intelectual, já que estas lhe proporcionam segurança. Tais preferências de rotinas podem e devem ser aproveitadas em trabalhos repetitivos. O que serve para que estas pessoas possam custear suas despesas. Por outro lado, educacionalmente, seria na novidade de atividades, em “doses razoáveis de acordo com cada um”, que teriam um melhor desenvolvimento pessoal.
15 de junho de 2009.
Reflexão III:
Carneiro, no capítulo I, “Deficiência Mental”, traz uma das idéias sobre as quais discutimos e nos questionamos desde o início do semestre: sobre a possibilidade de educabilidade das pessoas com deficiência mental estar sendo comprovado, apesar de não ter cura.
15 de junho de 2009.
Reflexão IV:
Conforme Fierro no texto, “Os alunos com deficiência mental”, a medição da inteligência nasceu a partir do objetivo de escolarizar as crianças. Isso diferenciou as crianças capazes das “incapazes” de freqüentar as escolas públicas da Europa
Nestes testes de medição de QI foram comprovados erros que alteraram os resultados. Além disso, alguns programas educacionais de “ensinar a pensar ou de melhorar a inteligência”, mostraram também que o QI não é tão estável quanto se pensou, por alterar a pontuação dos testes de intelecto de pessoas com deficiência mental.
15 de junho de 2009.
Unidade 6 – Deficiência Mental
Estudo de Caso:
Dados de Identificação do Aluno:
Nome: “Joãozinho”
Idade: 15 anos
Série: 5ª série do ensino fundamental do Instituto Estadual de Educação Maria Angelina Maggi
Turno: tarde
Relacionamentos com colegas, professores, funcionários e outros:
As professoras comentam que Joãzinho “é um amor”. Que ele é muito querido, gentil e educado. Claro que há dias em que apresenta um comportamento, um tanto estressado, mas nada fora do normal. Além de, às vezes, “ficar na dele”, preferindo ficar só.
As funcionárias da escola (cozinheiras, ajudantes da merenda e limpeza), comentam que este aluno é prestativo. Não tendo nenhuma queixa incomum, sobre seu comportamento na hora do lanche, recreio, entrada e saída.
Quando dá o sinal de entrada, “Joãozinho”, espera isoladamente no pátio da escola que todos entrem, depois ele entra calmamente e se dirige para a sua sala.
Não socializa com outras crianças e procura ficar isolado, porém é muito calmo e tem bom relacionamento com os colegas.
Neste caso, não socializar, não significa que não converse com seus colegas, sobre as atividades em sala de aula ou que deixe de realizar os trabalhos em grupo. Apesar de suas limitações, “Joãozinho” participa e contribui.
Questões de Aprendizagem:
Desde que entrou na escola tem demonstrado aprendizagem e evolução em diversas áreas.
Interessante que tem facilidade na matemática quanto a decorar, mas na parte do raciocínio e do pensar como nas histórias matemáticas e cálculos mostra dificuldades.
Escreve histórias, mas não consegue ordenar a seqüência dos fatos.
Percebe-se que fica muito nervoso e preocupado quando não consegue realizar as atividades. Tem dificuldades de concentração e coerência de idéias, como também se distrai facilmente.
Movimentos para a inclusão da escola (avaliação, acessibilidade, adaptações curriculares, serviços de apoio):
O município oferece Taekondo, Escolinha de vôlei, Apae, Pequeno Cidadão, Infância Missionária e Grupo de Escoteiros. Na verdade são grupos de trabalho que auxiliam no desenvolvimento, socialização e integração. E Todos os alunos da escola são convidados a participar.
Avaliação:
As professoras são receptivas aos alunos com deficiência mental e sobre a avaliação, procuram levar em conta, as limitações e os diferentes modos de cada um mostrar o que sabe ou aprendeu. Da mesma forma, acreditam muito que a socialização e integração dessas crianças, auxiliam na sua aprendizagem e na aprendizagem da turma. No caso de “Joãozinho”, a capacidade de memorização é excelente. Mas, na parte de raciocínio, deixa muito a desejar. Então, as professoras têm insistido bastante em trabalhar como ele, a leitura e interpretação.
Serviços de Apoio:
A escola precisa de serviços de apoio. Inclusive comentaram que seria muito bem vindo todo tipo de auxílio. Como, por exemplo, cursos de bordado, cursos de pães e bolos, cursos de violão. Onde estes alunos pudessem ganhar certificados pela sua aprendizagem, o que seria um grande incentivo (como no caso de “Joãozinho, com 15 anos na 5ª série).
Movimentos para Inclusão do aluno:
Para a inclusão deste aluno, a escola tem trabalhado em torno de atividades, que geram trabalhos em grupo, na sala de aula: teatros, músicas e outros.
As professoras apostam na integração, a partir, destes meios, para que “Joãozinho”, consiga vencer seus medos, como o de errar; consiga vencer suas inseguranças. E principalmente firmar sua auto-estima.
“Joãozinho” não falava e não conseguia se socializar quando veio para a escola na 1ª série, apesar de seu processo de construção da leitura e escrita começar em torno dos quatro anos de idade, então foi para a Apae, depois retornou para esta escola onde permanece. Atualmente faz acompanhamento na Apae, psicóloga e sala de recursos desta escola no turno da manhã já que estuda à tarde.
Movimento da família no processo de Inclusão Escolar:
O pai de “Joãozinho” é um senhor que batalha muito para proporcionar o que a família precisa: alimentação, saúde, educação e lazer. A família mora em casa própria.
Sua madrinha também visita a escola de vez em quando e sempre procura as professoras para saber sobre o desenvolvimento e aprendizagem de seu afilhado.
Quando a mãe viaja com o pai, “Joãozinho” fica aos cuidados da sua irmã.
O pai é motorista de caminhão e viaja muito. Por isso não pode freqüentar a escola todos os dias. Mas a mãe é muito presente e acompanha de perto o desempenho de seu filho.
Na verdade, toda a família deste aluno o incentiva muito, lhe dando suporte e apoio, tanto no que diz respeito aos conteúdos das disciplinas, quanto na assiduidade e pontualidade, para com a escola. Também enfatizam a importância das amizades e coleguismos, para o desenvolvimento e aprendizagem de “Joãozinho”.
Informações Relevantes:
Apresenta quadro com sintomatologia compatível com a síndrome de Asperger (autismo leve).
Nasceu com deficiência mental, possuindo uma defasagem mental de quatro anos.
(Sim, Professora Graci. Concordo com você. Apenas pensei que seria importante trazer sempre em cada Unidade, o diagnóstico médico, que está na pasta do aluno, na sala de recursos. Se acaso, achar que não seja relevante, posso retirar).
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Reflexão V:
Em uma das postagens anteriores, usei o termo “educabilidade”. Mas, pensando bem e lendo mais um pouco o texto de Fierro, da forma como coloquei, ficou parecendo “adestramento” ou “treinamento”.
Na verdade o que quis me referir é que todas as crianças, inclusive as “afetadas por uma deficiência mental”, são capazes de aprender na escola. E cabe a escola proporcionar meios para que ela desenvolva seu potencial.
17 de junho de 2009.
Reflexão VI:
Esses alunos tem facilidade de memorização e segundo o texto de Fierro, existem postos de trabalho, onde a memorização de dados é fundamental. Então imaginei que poderiam trabalhar, quem sabe na fase adulta, em tais postos, para que pudessem custear suas despesas. Trabalhar e ser independente, eleva e faz bem pra auto-estima. Foi isso que quiz dizer.
17 de junho de 2009.
UNIDADE 7 – ESTUDO DE CASO
Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e seu estudo de caso?
Estudo de Caso: As professoras são receptivas, aos alunos com deficiência física e metal, e também aos que apresentam outras desvantagens (temporárias) em relação aos demais. Sobre a avaliação, procuram levar em conta, as limitações e os diferentes modos de cada um mostrar o que sabe ou aprendeu. Da mesma forma, acreditam muito que a socialização e integração dessas crianças, auxiliam na sua aprendizagem e na aprendizagem da turma. No caso de “Joãozinho”, a capacidade de memorização é excelente. Mas, na parte de raciocínio, deixa muito a desejar. Então, as professoras têm insistido bastante em trabalhar como ele, a leitura e interpretação. Para a inclusão deste aluno, a escola tem trabalhado em torno de atividades, que geram trabalhos em grupo, na sala de aula: teatros, músicas e outros.
Algumas aproximações com o texto de Pistóia, “A Rede de Interações”: Acredito que esses dados obtidos no estudo de caso, se aproximam do texto de Pistóia, “A Rede de Interações”, quanto à importância do agir e do conhecer para que ocorra a aprendizagem. Sendo que os novos conhecimentos dependem das construções do aluno em relação ao meio em que vive. Aprender a conviver com a diferença é uma forma de contribuir para a formação de vida deste sujeito. A sala de aula deve ser um espaço desafiador, de cooperação, solidariedade e respeito às diferenças. E assim o aluno com necessidades educativas, descobrirá o seu papel e suas funções na sociedade, construindo sua identidade.
Estudo de Caso: O município oferece Taekondo, Escolinha de vôlei, Apae, Pequeno Cidadão, Infância Missionária e Grupo de Escoteiros. Na verdade são grupos de trabalho que auxiliam no desenvolvimento, socialização e integração. E Todos os alunos da escola são convidados a participar. Além disso, a escola precisa de mais serviços de apoio e auxílio, como por exemplo: cursos de bordado, cursos de pães e bolos, cursos de violão, cursos de música, cursos de pintura, cursos de artesanato e outros. Onde estes alunos pudessem ganhar certificados pela sua aprendizagem, o que seria um grande incentivo (como no caso de Joãozinho, com 15 anos na 5ª série).
Algumas aproximações texto Pistóia, “A Rede de Interações”: Segundo Pistóia, o professor deve contar com uma rede de relações sociais (parceria com pais, comunidade em geral e escola também), já que sozinho torna-se praticamente impossível. Valorização dos processos singulares, quando tem espaço garantido para a livre expressão (conversar, linguajar e escutar, trocando idéias e pensamentos) Isso afeta todos os componentes de um grupo e por isso todos aprendem. Leva a reflexão e consciência, alterando os comportamentos dos seres humanos. Necessário que ocorra uma rede de apoio, com políticas públicas, para que o professor consiga especializar-se para estar capacitado para trabalhar com classes heterogêneas.
Quais as contradições em relação ao que foi observado?
Estudo de caso: Não socializa com outras crianças e procura ficar isolado, porém é muito calmo e tem bom relacionamento com os colegas. Neste caso, não socializar, não significa que não converse com seus colegas, sobre as atividades em sala de aula ou que deixe de realizar os trabalhos em grupo. Apesar de suas limitações, “Joãozinho” participa e contribui. Percebe-se que fica muito nervoso e preocupado quando não consegue realizar as atividades. Tem dificuldades de concentração e coerência de idéias, como também se distrai facilmente. As professoras comentam que Joãzinho “é um amor”. Que ele é muito querido, gentil e educado. Claro que há dias em que apresenta um comportamento, um tanto estressado, mas nada fora do normal. Além de, às vezes, “ficar na dele”, preferindo ficar só.
Algumas Contradições em relação ao texto de Pistóia, A Rede de Interações: A maneira que é realizada a observação, pelos observadores determina a avaliação sobre estes alunos. Para que ocorra a aprendizagem destes sujeitos, a escola tem que mudar seu papel de transmissora de conhecimento. A escola precisa compreender e possibilitar o fluxo das transformações dos “alunos diferentes” para que participem do processo educativo. A partir de uma transformação para uma educação inclusiva, para os alunos em desvantagem, todos os sujeitos que encontram-se ligados ao âmbito escolar, estarão automaticamente envolvidos.
Como é feita a avaliação do sujeito da pesquisa durante o ano letivo (parecer descritivo, por exemplo)?
A avaliação não é por parecer descritivo. Mas sim por nota. Por parecer descritivo, nesta escola, somente as séries iniciais. E “Joãozinho” encontra-se na 5ª série do ensino regular. Este aluno é avaliado pelo conselho de classe trimestral, pelos trabalhos, participação, assiduidade e pelas provas que realiza na sala de aula. Como freqüenta a sala de recursos da escola, recebe um parecer pelo seu rendimento. Este parecer é acrescentado também em sua avaliação. Quanto ao acompanhamento que realiza pela Apae, como fonoaudióloga e psicóloga. Também recebe pareceres, que são anexados e acrescentados na sua avaliação.
Essa avaliação dá conta das possibilidades e competências do sujeito observado?
Acredito que esse tipo de avaliação não dá conta das possibilidades e competências do aluno observado. Pois as próprias professoras comentam, nos conselhos de classe, que está cada vez mais difícil avaliar. Este fato ocorre devido à falta de qualificação destas professoras, para trabalhar com o “aluno em desvantagem”, além da falta de recursos humanos e equipamentos da escola, conforme evidencia ser uma situação atual nas escolas de todo o país, no texto de Pistóia, “A Rede de Interações”.
Durante o estudo de caso, também tive impressões de que existe um sentimento de frustração muito grande, em geral, por parte das professoras de não conseguir ensinar a este “aluno em desvantagem”. Para tanto ele está com 15 anos cursando na 5ª série. E após o primeiro conselho de classe deste ano letivo, as professoras estão receosas por preverem, que este aluno em desvantagem, não conseguirá a aprovação, se continuar com o mesmo grau de dificuldades.
REFLEXÃO SOBRE FECHAMENTO DO ESTUDO DE CASO:
Um de meus receios é que esta frustração das professoras, pela sua falta de capacitação, para trabalhar com estes “alunos em desvantagem”, acabe resultando futuramente na exclusão e pior que isso, na evasão deste aluno, que escolhi para estudo de caso.
Talvez seja necessário, um maior apoio da escola, através de um currículo voltado para a diversidade, como sugere a autora Pistóia, potencializando mais os processos de colaboração reflexiva entre os profissionais, como também, "desenvolver intervenções pedagógicas para os alunos com necessidades educativas especiais em dimensão mais cognitiva" Pistóia, Lenise "Diversidade e Currículo". Evidencio esta citação, da autora Lenise Pistóia, porque ao decorrer de meu texto, faço comentários sobre as práticas pedagógicas da escola. E observo que existe a necessidade, para uma educação inclusiva, que sejam realizadas, atividades que permitam que todos os alunos, consigam chegar aos conhecimentos, necessários as suas aprendizagens.
Uma das alternativas seria transformar a sala de aula num ambiente de sintonia, atraente e convidativo a todos os alunos, conforme sugere Pistóia. Esta sintonia poderia ocorrer através de uma linguagem que permita a criação de um espaço de trocas, de convivências, entre educador e aprendiz.
Para que a inteligência se desenvolva, o aluno precisa ser ativo em seu meio. E para que a aprendizagem ocorra são necessárias às experiências, as quais, as fontes das coisas que serão ou são aprendidas, estão no meio físico e social, no caso de estudo, na escola.
O que podemos fazer, para uma educação inclusiva é promover e nutrir, relevantes criações de oportunidades adequadas para a aprendizagem destas turmas de alunos heterogêneas. E não simplesmente cair nas formas de ensinos tradicionais, onde apenas se diz o que fazer como fazer e do que saber (Costa, Íris Elisabeth Tempel. “Desenvolvimento e aprendizagem”). O ideal seria a pedagogia das situações-problemas, onde ocorre uma interação entre o problema e a resposta, ocorrendo a aprendizagem (Pistóia, “Diversidade e Currículo).
Precisamos nos propor, cada vez mais, as novas formas de trabalhos pedagógicos com os alunos em situação de desvantagem, para uma educação inclusiva.
Mudanças de Olhar por parte dos professores, colegas, pais e comunidade em geral, deve tornar-se fundamental, para observar, por exemplo, o modo como estes alunos em situação de desvantagens, usam para fazer-se entender. A autora Padilha cita em seu texto, no caso de estudos que realizou que “O Gesto” foi um companheiro da palavra, onde a aluna recorria para expressar suas vontades e participar das ações de aprendizagens.
Brincar, interpretar, jogar, narrar, estudar, apesar das desvantagens. È fundamental a participação ativa do “aluno com desvantagens”, para que este se aproprie da cultura, como coisas suas e não simplesmente como uma soma de hábitos (Padilha, Práticas Educativas: perspectivas que se abre para a educação especial).
Para educar em meio a tantas diversidades, acredito ser necessário um currículo que abranja todos os alunos, em suas particularidades. Precisamos de qualidade no ensino para suprir uma sociedade atual e futura, onde o maior bem, é e será, o conhecimento. E para iniciar um trabalho de qualidade, para uma turma, com alunos diferentes, podemos partir do ponto de que cada aluno sabe alguma coisa e que podem aprender muitas outras, de acordo, com o seu rítimo individual. (Pistóia, Lenise Caçula. “Diversidade e Currículo”).
1° de julho de 2009.
Comments (28)
Simone Luci said
at 8:12 pm on Mar 31, 2009
Olá!!!
Testando...
Graciela Rodrigues said
at 7:19 pm on Apr 5, 2009
Olá Simone! Bom início da ta escrita, contextualizando tuas aproximações com pessoas com Síndrome de Down e a exeperiência na Apae. Como relacionas a frequencia destes alunos em intituições e seu desenvolvimento? Seguiremos conversando.
Graciela Rodrigues said
at 4:42 pm on Apr 11, 2009
Simone sobre tua reflexão IV é isto mesmo ok? Relataste tuas paroxiamções com área de forma bem detalhada, Agora a partir da Unidade 2 deverás focar em um caso que julgares interessante, para isto leia as orientações sobre o Dossiê da Undiade 2 certo?
Bom trabalho!
Graciela Rodrigues said
at 9:42 pm on Apr 16, 2009
Muito bem Simone! Apresentaste um caso que será desenvolvido e que traz vários elementos interessantes tanto sobre o processo de inclusão do aluno quanto da própria síndrome que não é muito comum. O que somente gostaria de obervar são as nomenclaturas tipo retardo mental, podes utilizar deficiência sem problemas. Sobre as reflaxões sobre o artigo do professor realizaste muito bem a relação. Abraços!
Graciela Rodrigues said
at 10:37 pm on Apr 25, 2009
Boas reflexões a partir de alguns dos textos lidos!Vamos continuar?
Graciela Rodrigues said
at 9:05 pm on Apr 28, 2009
Simone, apontaste várias reflexões que merecem sim serem debatidas, lembrando que não se trata de acusar pessoas sim de denunciar realidades educacionais que podem sim serem questionadas, senão para ler,conhecer, e refletir sobre estes materiais estudados até então senão vamos nos desacomodar? Estamos em em espaço acadêmico e as discussões também se caracterizam por isso.
Graciela Rodrigues said
at 1:12 am on May 3, 2009
Simome, somente para deixar mais claro: em TC existem duas salas de recursos em duas Escolas Estaduais? Nenhuma escola municipal tem sala de recurso? Tem a APAE que faz o acompanhamento de alunos que estão no ensino comum. Sobre seu estudo de caso está bem.
Simone Luci said
at 10:55 am on May 3, 2009
Sim Professora. Essas são as informações que obtive.
Obrigada e abraços.
Simone Luci said
at 2:04 pm on May 12, 2009
Professora Graci, tudo bom?
Poderia esclarecer uma dúvida que tenho?
Quanto a Unidade 4, os dados de identificação do sujeito e da sua família, se refere ao caso de estudos que definimos na Unidade 3? Correto? E não a um caso de deficiência física que é o que trata a unidade , das próximas 2 semanas, ok?
Graciela Rodrigues said
at 4:58 pm on May 12, 2009
Sim Simone é sobre seu estudo de caso anunciado na unidade 3. Boas reflexões que estás fazendo.
Graciela Rodrigues said
at 7:58 pm on May 13, 2009
Simone a organização das suas informações referentes ao Dossiê estão excelentes. Trouxeste os dados solicitados a acrescentou outros também importantes.Parabéns!
Graciela Rodrigues said
at 10:02 pm on May 21, 2009
Interessante sua reflexão Simone sobre a importância da Educação Infantil.
Graciela Rodrigues said
at 9:14 pm on May 31, 2009
conhecimentos importantes para tua formação enquanto pedagoga, que bom que estejas interessada e indo em busca desses conhecimentos. Aguardamos a unidade 5, bom trabalho.
Simone Luci said
at 11:29 pm on Jun 1, 2009
Olá Professora Graci!
Desculpe, fiz uma pequena confusão na hora de postar. As útimas 5 reflexões são sobre os textos da Unidade 5.
Agora já arrumei.
Falta o estudo de caso, abordando o ítem, conforme sugere esta unidade 5.
Em breve postarei, pois já realizei as leituras dos textos.
Obrigada. Até mais.
Simone Luci said
at 12:13 pm on Jun 5, 2009
Professora Graci!!
Gostaria de saber se posso criar uma página pra cada unidade e linkar no SIDE BAR.
Acho que ficará melhor a visualização, o que você acha? Pode ser?
Abraços.
Graciela Rodrigues said
at 10:21 am on Jun 7, 2009
Sim, pode ser desta forma como sugeres.
Graciela Rodrigues said
at 10:27 am on Jun 7, 2009
Simone. aguardamos as informações sobre o seu estudo de caso contemplando as solicitações da unidade 5.Abraços.
Simone Luci said
at 3:15 pm on Jun 7, 2009
Olá Professora Graci!!
Postei agora mesmo as informações sobre o meu estudo de caso cfe sugere Unidade 5.
Obrigada e Abraços!
Simone Luci.
Graciela Rodrigues said
at 8:46 pm on Jun 7, 2009
Parabéns Simone pela organização e detalhamento dos dados. Observe a grafia da palavra: 'laser" que é com z e a expressão "pessoas normais" tente não usá-la procure outra forma de dar o sentido na frase que a colocou.
Simone Luci said
at 9:41 pm on Jun 7, 2009
Oi Professora!!
Não tinha me dado conta.
Mas entrei novamente e arrumei "laser" com "Z" e a expressão "pessoas normais".
Conforme sugeriu.
Obrigada.
Graciela Rodrigues said
at 10:14 pm on Jun 16, 2009
Olá Simone! Li suas reflexões sobre os textos e tem uma afirmação sua que não compreendi "Tais preferências de rotinas podem e devem ser aproveitadas em trabalhos repetitivos." Podes explicar melhor? Além disse acrescente as informações sobre seu estudo de caso. Abraços.
Simone Luci said
at 6:51 pm on Jun 17, 2009
Esses alunos tem facilidade de memorização e segundo o texto de Fierro, existem postos de trabalho, onde a memorização de dados é fundamental. Então imaginei que poderiam trabalhar, quem sabe na fase adulta, em tais postos, para que pudessem custear suas despesas. Trabalhar e ser independente, eleva e faz bem pra auto-estima. Foi isso que quiz dizer.
Graciela Rodrigues said
at 9:52 pm on Jun 18, 2009
Otima organização dos seus dados relativos a unidade 6. Apresentaste de maneira bem ampla os aspectos relativos a inclusão escolar deste aluno. Apenas faço uma observação: por que relacionas Síndrome de Asperger com Deficiência Mental? Acredito que este aluno não seja um deficiente mental, os atrasos e algumas dificuldades decorrem do quadro da Síndrome. Concordas? Outro aspecto a escrita da palavra " laser", revise por favor. ABRAÇOS
Simone Luci said
at 4:40 pm on Jun 19, 2009
Sim, Professora Graci. Concordo com você. Apenas pensei que seria importante trazer sempre em cada Unidade, o diagnóstico médico, que está na pasta do aluno, na sala de recursos. Se acaso, achar que não seja relevante, posso retirar.
Desculpe pela escrita incorreta novamente de "Laser", já revisei para "Lazer".
Obrigada. Abraços.
Graciela Rodrigues said
at 8:00 pm on Jun 20, 2009
Oi Simone acredito que não seja relevante, porém o que quero que fique claro para ti é que nem sempre a Síndrome está associada a uma deficiência mental. Abraços.
Graciela Rodrigues said
at 10:00 pm on Jun 30, 2009
Aguardo a finalização da sua postagem que até o momento está muito bem escrita a relacionada ao tema da unidade.
Graciela Rodrigues said
at 10:00 pm on Jun 30, 2009
Aguardo a finalização da sua postagem que até o momento está muito bem escrita a relacionada ao tema da unidade.
Graciela Rodrigues said
at 11:12 pm on Jul 1, 2009
Olá Simone! Alguns aspectos quero observar. Sua postagem de modo geral está ótima, bem fundamentada nas leituras e com idéias suas a partir das citações. Explique esta afirmação: "desenvolver intervenções pedagógicas para os alunos com necessidades educativas especiais em dimensão mais cognitiva". Você finaliza com uma citação da Lenise, onde começa e onde termina a citação? Não esqueça das " e como esta citação conecta-se ao teu texto? Abraços e bom trabalho.
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